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Organização tem 16 geradores para garantir fornecimento de energia durante o Mundial

Por Dilsiane Arco

Diante dos problemas envolvendo a África do Sul no fornecimento de energia, a organização da Copa do Mundocontratou 16 geradores de tamanho grande para que não ocorram falhas nessa área. As máquinas serão responsáveis para garantir que não tenha quedas de eletricidade em nenhuma das instalações oficiais do Mundial.

A empresa nacional de energia, a Eskom, enfrenta diversos problemas no setor. Há pouco tempo, ela recomendou aos sul-africanos que, do dia 11 de junho a 11 de julho, durante a realização do Mundial, cada casa só deixe ligada uma televisão e uma lâmpada acesa, como forma de economizar recursos e evitar que ocorra um apagão durante o período. Além disso, nesta quarta-feira, seus funcionários ameaçam entrar em greve e farão uma reunião para decidir se será feito isso ou não.

Os geradores poderão ter papel fundamental na realização do Mundial. As máquinas estão protegidas em um complexo do IBC, em Joanesburgo. O sistema está todo interligado e isso aumenta a confiabilidade. Dessa forma, caso haja algum problema com um gerador, outro assumirá automaticamente o fornecimento de energia.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM
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Como os Teologandos se preparam para a COPA



Como os teologandos torcerão na copa.

Por Matheus Benvenuti
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Técnico da Espanha proíbe o uso de redes sociais entre os jogadores



Os 23 jogadores convocados para defender a seleção da Espanha na Copa do Mundo não poderão usar redes sociais na concentração. A medida pretende evitar possíveis declarações polêmicas dos jogadores que poderiam repercutir na mídia.


De acordo com o jornal AS, redes como Facebook e Twitter poderiam tirar a concentração dos jogadores. O técnico Vicente Del Bosque também proibiu os atletas de fazer comentários ou publicarem conteúdos em qualquer outro meio de comunicação.


A equipe espanhola só participará de dois eventos promocionais antes dos jogos na África do Sul.
Fonte: Portal Imprensa
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Jornada Triboleiras



Nossas repórteres vão atrás de pessoas das mais diferentes tribos para saber como eles se preparam para a COPA.
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Copa estimula a venda de livros

De olho nos leitores fanáticos e apostando na empolgação dos torcedores com a copa, as editoras lançaram no mercado mais de dez livros sobre a historia do futebol. Já que antes esse tipo de livro não era muito vendido, pois era voltado para um publico de filósofos, antropólogos e acadêmicos, a estratégia foi publicar assuntos mais ligados ao tema, como melhores jogadores, curiosidades, estatísticas, eliminatórias. Com preço acessível e conteúdo interessante o resultado foi positivo e significante, só na Livraria Cultura foi registrado um aumento de 460% nas vendas, e a expectativa é que cresça ainda mais com a proximidade do evento.
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Diário da Torcida



Por Érica Lucile

Torcida de futebol. Nessa disputa, todo “santo” ajuda. Tem aquele que pede a bênção para Nossa Senhora Aparecida, afinal é mãe Padroeira do Brasil, outros entregam oferendas para Iamanjá e quem não é cristão faz qualquer outra mandinga pra não perder o jogo. Aí tem aquele que veste a mesma camiseta e usa sem lavar a semana inteira, só entra nos lugares com o pé direito na frente, faz greve de fome, pinta a casa com a cor do time e tudo mais que a criatividade permitir.

E se estamos falando de Copa do Mundo, a vontade de ganhar é maior ainda. No Brasil em especial, parece que ninguém fica de fora. O país do futebol, que é considerado assim por ter os melhores chutadores, a turma mais fanática por bola do mundo e o maior número de títulos mundiais nessa área, contagia até os bichinhos de estimação da família que também “vestem” suas roupinhas na hora do jogo.

Talyta Pasqualinoto é estudante de fonoaudiologia na Unesp, campus Marília-SP, ela e todas as outras garotas da classe resolveram assistir aos jogos da Copa do Mundo da FIFA – África 2010 no maior estilo. As meninas mandaram fazer um uniforme da copa para ir à faculdade e reivindicaram na coordenação que as aulas fossem liberadas nos horários dos jogos. É isso mesmo. A turminha CDF vai passar a Copa na sala de aula, só que dessa vez os estudos ficarão para a hora do intervalo.

Já na família da Giselly é diferente. Com espírito baiano a turma pára na hora do jogo e o esforço máximo de trabalho é abanar a churrasqueira. Já virou tradição, um bom jogo de futebol merece ter uma carne assando. O momento tem valor triplicado, afinal, não é todo dia que se tem família reunida, boa comida e Copa do Mundo. Pra completar a alegria só falta o Brasil ganhando.
Mas ao contrario dessa turma, André não quer papo. Gosta de ficar sozinho e vai passar a copa jogando videogame e só para irritar, torcer pro time que está contra o Brasil. “Talvez, assistir algum jogo com minha namorada”, afirma. No entanto essa última afirmação já mostra que mesmo sem querer ele não nega o sangue azul de quem nasceu em Brasília, capital do país do futebol,

Má, Carolina, Ana Clara e mais 21.326 mulheres são membros da comunidade do Orkut “Mulheres que Adoram Futebol”. Essas três mulheres em especial são jogadoras em times das suas cidades, Piraporinha - Rio Branco, Americana - SP, São Paulo Capital respectivamente, elas se conheceram virtualmente e já estão postando tudo o que sabem sobre a Copa. Com certeza fazem parte da torcida “unidos pelo Brasil”.

Com a família, sozinhos ou com os amigos reais ou virtuais, muitos outros estão por aí, declarando sua torcida. E quem pensou que de fora da tribo só porque não faz questão de ficar buscando informações na internet a todo o momento, nem faz todo aquele ritual para ver a turma entrar em campo, saiba que nessa hora ninguém está de fora. Ainda existe a tribo dos “sem-tribo”, quer dizer aqueles torcedores que não tem tradições mas que todo ano inventam uma nova maneira de torcer.

Sâmela de Carvalho conta que em cada copa viveu em uma fase diferente da vida: “Quando eu era criança a gente assistia em casa, todo mundo na sala e minha mãe fazia pipoca, no Tetra a sala da minha casa ficou forrada de pipoca, porque quando o Brasil ganhou minha mãe jogou a bacia pra cima. Em 98, eu já era um pouco maior e ia pra casa dos amigos, a final eu assisti com umas 50 pessoas... todo mundo de cara pintada de verde e amarelo”. A publicitária não acredita em um jeito de torcer. Simplesmente vai lá e faz.

Qual é o seu jeito de torcer?
Envie sua história para triboleiros@gmail.com
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Mandingas

Todos nós sabemos que não importa qual a nossa tribo, sempre queremos ganhar. E, às vezes, recorremos à coisas bem incomuns para isso. Eu estou falando das mandingas.

Nem sempre se trata obras do sobrenatural ou invocação de espíritos do além, mas de atitudes que nos confortam e nos fazem acreditar que teremos sorte.

Enfim, todos nós temos um "ritual" da sorte. Inclusive os jogadores. Neste vídeo produzido pela Nike podemos ver como eles lidam com isto.

E nós do Triboleiros não podíamos deixar de mostrar como os mais diferentes tipos de pessoas fazem suas mandingas, por isso criamos a seção:



Aqui você pode nos enviar fotos, vídeos, ou apenas contar como você prepara as suas mandingas para torcer pelo Brasil na COPA. Envie seu material para triboleiros@gmail.com com o assunto Mandingas.

Aí vaí o filme da Nike para vocês se inspirarem:





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Maradona afirma que Messi está melhor que ele em 86




Durante uma coletiva de imprensa no Centro de Treinamentos onde a Seleção da Argentina faz sua preparação para a Copa da África do Sul, o treinador Diego Maradona, já considerado melhor jogador do mundo, elogiou o jogador argentino Lionel Messi.

Maradona afirmou que Messi chega ao Mundial mais preparado que o próprio Maradona em 1986, ano em que a Argentina tornou-se bi-campeã do mundo.

FONTE: http://www.copaafrica.net.br/2010/05/25/maradona-afirma-que-messi-esta-melhor-que-ele-em-86/
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África e Brasil: interligados com o tempo

Mateus Benvenutti

“Mesmo morando na Angola, eu e minha família sempre torcemos pelo Brasil na Copa”, afirmou Manuel Pedro Dundão, estudante de direito e administração do Centro Universitário Adventista de São Paulo, o Unasp. Essa é mais uma das provas de como a cultura africana e a brasileira possuem uma íntima ligação. Manuel nasceu no continente africano e estuda no Brasil desde 2006 – coincidentemente ano de Copa. Ele enumera com facilidade similaridades que encontrou ao chegar no país verde e amarelo. “Primeiramente, a língua portuguesa é um fator que nos une, a comida é basicamente a mesma e a paixão pelo futebol também”, disse. Tantas semelhanças não são fruto de mero acaso. A história de Manuel teve início séculos atrás.



Na época em que os portugueses começaram a colonizar o Brasil, especificamente no século XVI, tentou-se utilizar o indígena como mão-de-obra para a realização dos trabalhos manuais, no entanto, era grande a insatisfação dos religiosos com relação a essas práticas. A saída para Portugal foi buscar negros na África para submetê-los ao trabalho escravo na colônia. A partir daí, iniciou-se o processo de formação da cultura afro-brasileira que se estende até hoje.

Traços fortes da tradição africana podem ser encontrados em diversos aspectos da cultura brasileira. Religiões originadas na África, como o candomblé e o Xangô do Nordeste, ainda hoje continuam intactas. Na culinária, pratos famosos como acarajé, vatapá e moqueca demonstram nitidamente a influência africana no nordeste brasileiro. O famoso samba e maxixe também são exemplos de como a música popular brasileira foi influenciada pelos ritmos africanos. Além desses aspectos, a capoeira (arte marcial criada pelos escravos negros no Brasil) não pode ficar de fora.

Sendo assim, a Copa do Mundo 2010 promete entrar para a história não como um simples evento do futebol: é a primeira vez que a competição ocorre no continente africano. Por isso mesmo, mais do que diversão e entretenimento, é uma tremenda oportunidade para a promoção da luta contra o preconceito e as diferenças entre povos e culturas. A dificuldade mais exacerbada ficará por conta dos países europeus que, durante séculos, colonizaram a África. Por outro lado, o intercâmbio com os africanos vai ser “moleza” para os brasileiros.
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Emos e a lista de convocados do Dunga para a COPA



Jovens do Rio de Janeiro ficam transtornados com a escalação feita por Dunga.
por cassiobarco@youtube.com
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O jogo das 20h




Era na esquina da Rua A com a Rua B, especificamente às 20h na Lanchonete do Zé, que todo mundo se encontrava. Durante todo o dia, poucas pessoas circulavam no local. Depois do almoço, Dona Josefa, que morava no andar de cima da Mercearia do Povo na Rua A, descia pela escada com sua bengala de aço polido e comprava três pães na Padaria da Frente. Aproveitava a oportunidade e contava para Sérgio, o dono do estabelecimento, as dificuldades de sua canária Gaivota.

- Ontem à noite, depois da reunião, cheguei em casa e lá estava ela, deitada na minha cama. Gaivota tem cantado muito ultimamente e isso a deixa muito cansada. Nem tempo para voar tem! – balbuciava aos prantos.

- Se a senhora não parar de viver em função desse bicho, vai morrer de tristeza – respondia Sérgio com tom autoritário. Hoje à noite tem jogo do Brasil contra França. Na sua idade você não pode ficar trancada em casa, Dona Sefa, tem que se divertir um pouco. Além disso, meus filhos gostam muito da senhora!

Os filhos de Sérgio, revoltados com os modos cosmopolitas do pai, haviam se mudado para uma cabana na Praia do Litoral. Dividiam alguns gramas de alface e rúcula diariamente e não suportavam Mc Donalds. Defendiam o amor e repudiavam a violência.

Enquanto Dona Josefa enxugava suas lágrimas, algum transeunte passava pela Rua B. As crianças da família Souza corriam da babá e “Marcos óculos fundo de garrafa” chegava em casa depois de uma manhã intensiva na escola, repleta de gozações dos colegas e elogios dos professores. Nada mais acontecia no local até as 19h, quando tudo recomeçava.

Dona Josefa colocava Gaivota na gaiola e, como de costume, esquecia de trancá-la. Sérgio tirava seu terno e, resignado, colocava uma indumentária mais simples – não queria espantar seus filhos. Esses partiam a pé da praia com a mesma roupa remendada de sempre. Marcos limpava seus óculos e molhava (repetidas vezes) o cabelo com gel. A família Souza despedia a babá e se arrumava depressa para não perder a hora. Todos queriam assistir à partida de futebol na Lanchonete do Zé. O transeunte não era conhecido de ninguém.

As 20 h todos já estavam reunidos ao redor da televisão de 17 polegadas quando uma repentina queda de luz queimou o aparelho.

- E agora? Como vamos saber quem vai para a final? , indagava Dona Josefa, quase aos prantos.

- Posso tentar consertar o aparelho, mas vai levar um bom tempo – disse Marcos, envergonhado.

- Não, não. Tenho uma idéia melhor: vamos todos assistir ao jogo em minha TV de plasma. Vocês nem imaginam como a imagem é real! Sérgio deu a idéia com receio de que seus filhos não aceitassem e a família Souza se sentisse constrangida.

Em um minuto todos estavam postos em frente à tela de 50 polegadas. O jogo tinha acabado de começar quando o filho mais novo dos Souza gritou:

- Quem é aquele homem?


Por Mateus Benvenutti
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Tribos – Um Mosaico Multicultural

Por Jean Monteiro

O termo “tribo” já foi um conceito sólido. As circunstâncias sociais, políticas e econômicas, os laços sangüíneos e a localização geográfica poderiam definir uma sociedade de pessoas, uma comunhão compulsória denominada de tribo. Tribo parece algo ancestral, simples, puro. Mas isso mudou.
No seu estudo de 1972, o antropólogo americano Morton Fried concluiu que uma tribo é caracterizada por fronteiras fluidas e heterogêneas, dotada de uma dinâmica própria. O estudo revolucionário foi o ponto de partida para que, em 1985, o sociólogo francês Michel Mafessoli cunhasse o termo “tribos urbanas”, designação que abarca as mais diversas manifestações culturais que cabem numa sociedade cosmopolita. As tribos urbanas são microgrupos que estabelecem redes sociais com base em interesses comuns, e são uma metamorfose das antigas tribos, reduzidas a núcleos de exceção espalhados por um mundo cada vez mais urbanizado.





Tribos não são uma categoria ou um grupo delas, mas uma metáfora social, um conceito que engloba e representa muitos outros. Essas tribos não são clichês de comportamento, nem são as novas fronteiras culturais. Esses milhares de grupos estão misturados e interligados, e a cada dia as divisões estão mais subjetivas, novos grupos nascem de velhas tribos, e tudo se combina formando uma sociedade que vai além de qualquer definição. Mas não é por isso que deixam de existir tais conceituações. A seguir, listamos as tribos urbanas mais conhecidas, e talvez você se identifique com alguma delas, ou todas.

· Headbangers:
São os fãs de Heavy Metal ou qualquer uma de suas variantes. Os cabelos compridos, roupas pretas e casacos de couro ajudam a promover um sentido de identidade. Headbanger significa, em uma tradução livre porca, “balançar a cabeça”.

· Punks:
Os punks são uma tribo em declínio. A cultura punk é pautada por uma aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura e da política. A aparência é marcada pela ideologia da contracultura, como uma reação à não-violência e ao otimismo dos hippies, também representantes desse movimento chamado de contracultura.

· Hippies:
A liberdade sexual, a prática do nudismo, o consumo de drogas e preocupações ambientais e políticas fazem parte da ideologia hippie, bem como o uso de roupas coloridas e desgastadas – uma crítica ao consumismo. Os hippies são vegetarianos, pobres e normalmente não tem vínculo empregatício, por serem contra o estado e as corporações;

· Nerds:
O termo “nerd” é um estereótipo, muitas vezes com conotação depreciativa, que descreve uma pessoa com intensa atividade intelectual considerada imprópria para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares ou ditas normais. Pode designar uma pessoa com dificuldades de integração social, mas que nutre um grande fascínio por conhecimento ou tecnologia. Os nerds podem não ser tão facilmente reconhecíveis como os estereótipos propõem, e já não precisam necessariamente usar óculos fundo-de-garrafa e cabelo cortado em formato de cuia.


· Góticos:
Os góticos ou darkers, são considerados uma evolução do punk, e ostentam gostos musicais dos anos 80, visual com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, pontudos, etc.), roupas pretas de couro e uma certa bagagem filosófica e literária. Exaltam a decadência, o niilismo e o hedonismo.


· Rivetheads:
Adeptos da contra-cultura industrial, os rivetheads (ou cabeças de rebite) são fãs de música industrial, caracterizados por uma ideação futurista, afeto distópico, elitismo e vestuário militar.


· Emos:

Os emos são os fãs de emocore, também uma divisão do punk assim como os góticos. No Brasil os emos são jovens que exaltam a tristeza, usam maquiagem, deixam a franja cobrir os olhos, tem as unhas pintadas de preto e se vestem de cores escuras e depressiva. Emos do sexo masculino costumam ser associados ao homossexualismo.
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Banco Central lança moeda comemorativa para Copa do Mundo


O Banco Central lançou na última sexta-feira a moeda comemorativa da Copa 2010. Foram emitidos 25 mil modelos que estampam o valor simbólico de R$ 5.

A moeda traz de um lado o mapa da África, com destaque para África do Sul. No outro mostra dois jogadores com a bola, tendo em fundo a bandeira do Brasil. Fazendo uma referência ao mundial de 2014, que será disputado no Brasil.

As moedas serão vendidas no valor de R$ 108 em representações do Banco Central ou pelo site do Banco do Brasil: https://moedas.bb.com.br/inicio-apresentacao.vpc.

Fonte: G1
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Cada um na sua Tribo

Por Carolina Felix

Índios, brancos, idosos, patys, roqueiros e outras tribos por muito tempo tiveram uma regra em comum: “Cada um no seu quadrado”. Estar próximo de pessoas parecidas é um dos principais fatores para divisão de classes ou pessoas e assim formam as chamadas “tribos”. Por extinto, individualismo ou preferência, não importa o motivo, separar-se em grupos sociais sempre fez parte da cultura do ser humano, em todas as civilizações.

No livro Convite à Filosofia, Marilena Chauí explica que na Grécia e Roma, assim como nos grandes impérios orientais como Pérsia, Egito, China Babilônia, Índia, todos eles viviam em seus respectivos clãs, tribos ou aldeias todos com seu “chefe” ou “patriarca”, o responsável por ditar todas as regras, crenças e hábitos de guerra, consequentemente todos os costumes.

No Dicionário Júnior de Língua Portuguesa, por Geraldo Mattos, diz que “tribo” significa um grupo de pessoas da mesma raça e da mesma língua com uma organização muito simples. Hoje este significado foi ampliado com os avanços da internet que conseguiu colocar todo o universo em sua plataforma tecnológica.

Agora para fazer parte de uma “tribo” não é mais necessário viver no mesmo país e nem falar a mesma língua. Por meio das redes sociais virtuais ficou fácil se relacionar. Orkut, Twitter, Facebook e outras comunidades na internet permitem que, de maneira prática e fácil, a pessoa escolha quem serão seus amigos, considerando assuntos, hábitos e preferências.

Para formação de tribos é necessário que haja em todos algo em comum. Um exemplo clássico é o futebol, esporte que faz sucesso em quase todos os países. “Todos na copa falam a mesma língua” ou “unidos pelo futebol” tem sido tema de várias campanhas publicitárias em todo o mundo. Ter este esporte como denominador comum de todas as nações e povos promove uma unificação do globo em uma única temática: a Copa do Mundo.

Realizada de quatro em quatro anos, a disputa mundial mobiliza todo o mundo para festejar e torcer por seus respectivos países. Sempre com o célebre desejo “que vença o Bras... quer dizer, o melhor”. Em nenhuma outra época o etnocentrismo, ter o seu país como superior aos demais, fala tão auto nos corações como nesta grande competição.

Agora só nos resta pintar a cara, decorar as fachadas, comprar as bandeirinhas e fazer tudo que na nossa criatividade de torcedor permitir. Rola de tudo: orações, mandingas, batuques, grito de guerra etc. O que importa é cada um torcendo, como uma grande tribo, pelo mesmo país.

Rumo ao Hexa Brasil!
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Ruas enfeitadas


Por Limão.com.br
Há menos de um mês para o inicio Copa do Mundo o clima de patriotismo toma conta das ruas do Rio de Janeiro. Os moradores se preparam com bandeiras, fitas verdes e amarelas e ruas enfeitadas, que são marca registrada da metrópole que chega a competir entre si. O concurso que tem por nome “essa rua é fera”, escolherá a rua mais enfeitada para a Copa do Mundo de 2010 entre os dias 11 de maio de 2010 e 19 de junho de 2010 e terá três fases. Na última delas, uma votação pela internet decidirá quais, entre dez finalistas, serão as três ruas vencedoras do concurso. As três primeiras colocadas receberão troféus como prêmio.

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